Engasgo, desmaio, convulsão, queda ou uma parada cardiorrespiratória podem acontecer em qualquer empresa, inclusive nas de baixo risco. Nos primeiros minutos, quem decide o desfecho é quem está por perto.
Entre os participantes, será sorteado um treinamento de primeiros socorros para a equipe.
A mesma emergência chega de forma diferente para quem responde pelo negócio, para quem cuida das pessoas e para quem responde pela técnica.
O que está em jogo quando não existe um plano definido, e o que muda na operação quando existe.
Como proteger de verdade quem está no local e o que a empresa precisa organizar antes da ocorrência.
Técnica, fluxo de acionamento e o que a NR-1 pede em resposta aos cenários de emergência.
Conteúdo técnico, atualizado e aplicado à realidade das empresas.
Segurança da cena, avaliação da vítima, identificação da gravidade e acionamento correto do atendimento especializado.
Como reconhecer uma possível PCR, os princípios da RCP e noções sobre o uso do DEA.
Como identificar e quais são as condutas adequadas nos primeiros instantes.
Abordagem inicial em desmaios, convulsões, quedas, ferimentos, sangramentos e queimaduras.
Condutas populares que podem ser inadequadas e por que reconhecer os próprios limites também é primeiro socorro.
Materiais, pessoas capacitadas, fluxo de acionamento e encaminhamento, e a importância de treinar periodicamente.
Quatro ideias comuns sobre o tema, e o que cada uma delas esconde.
"Temos uma caixa de primeiros socorros, então estamos preparados."
Material sozinho não socorre ninguém. Preparo é saber quem aciona, quem atende, onde estão os recursos e qual é o fluxo até a chegada do socorro.
"Primeiros socorros é assunto de empresa de alto risco."
Engasgo, queda, desmaio e emergência clínica acontecem em escritório, em loja e em centro logístico. O risco muda, a possibilidade não desaparece.
"Na hora, alguém vai saber o que fazer."
Sem responsável definido, acontece o contrário: várias pessoas tentam ajudar ao mesmo tempo e ninguém aciona o serviço de emergência, organiza o local ou orienta a chegada do socorro.
"É sempre melhor fazer alguma coisa do que não fazer nada."
Nem sempre. Algumas condutas populares pioram o quadro. Proteger o local e acionar corretamente o atendimento especializado também é agir.
Emergência não é o momento de montar o plano. É o momento de executar um plano que já deveria existir.
Não existe uma regra única obrigando todas as empresas ao mesmo treinamento. As exigências variam conforme a atividade, os riscos e as normas aplicáveis.
A NR-1 determina que a organização estabeleça, implemente e mantenha procedimentos de resposta aos cenários de emergência identificados no gerenciamento de riscos, o que envolve recursos de primeiros socorros, pessoal treinado, protocolos e encaminhamento de acidentados. A NR-23 trata das informações que os trabalhadores devem receber sobre resposta a emergências e evacuação. Algumas atividades ainda têm exigência própria, como a Lei 13.722/2018 para a educação básica e a recreação infantil.
A organização da empresa para emergências é um dos pontos da pauta do encontro.
Técnico de Segurança e Bombeiro Civil. É quem conduz esta edição do Encontro com a Bússola.
Entre os participantes do encontro, será sorteado um treinamento de primeiros socorros. Para empresas de São Paulo e Grande São Paulo, o treinamento é presencial. Para as demais regiões, online.
10/09, quinta-feira, às 15h. Ao vivo e online.
Conteúdo técnico, atualizado
e aplicado à realidade das empresas.
Conversa prática, voltada para
empresários, RH, DP e SST.
Um espaço criado pela TAP para ampliar discussões relevantes, compartilhar conhecimento técnico e aproximar as empresas dos temas que fazem parte da gestão de Saúde e Segurança do Trabalho.